· Grande instabilidade, com paradoxox como: alegria-tristeza, responsabilidade-inconsciência, timidez-audácia, solidão-afeto, passando de umas a outras com grande facilidade.
· Por isso manifesta em algumas ocasiões reações imprevisíveis.
· Precisa de conselhos, mas foge deles. “Quase todos os adolescentes se revoltam contra as proibições da família, mostram-se ansiosos e indecisos, perturbados e com falta de confiança neles próprios, procuram a segurança que lhes dá o grupo de indivíduos da mesma idade , tendem ao esnobismo e a excluir os que não são membros do grupo. Anseiam pela aprovação daqueles que são mais velhos do que eles”.
· A sua conduta mostra-se por vezes agressiva.
· É pouco emocional com a família, mas sofre, no entanto, é efusivo (demonstração de afeto exagerado) com os amigos (conheceu ontem e já diz que o ama).
· É altruísta e pode comprometer-se em mil objetivos diferentes (tende a querer ajudar a todo mundo ao mesmo tempo).
· Adota atitudes extravagantes, é excêntrica no vestir; tudo isto são modos de chamar a atenção, juntamente com formas anti-sociais de conduta.
· Precisa de motivação: convém procurar as mínimas ocasiões para lhe estimular o desenvolvimento espiritual, intelectual e emocional.
· Convém fazê-lo sentir-se responsável, ainda que para o ser cometa erros e enganos. É a melhor idade para adquirir o sentido da responsabilidade.
· Precisa de orientação ou direção: temos de lhe proporcionar meios adequados para satisfazer retamente as necessidades.
· À luz da maturidade, perecem-nos claros e às vezes absurdos os seus problemas, porque os sabemos considerar objetivamente, coisa que o adolescente não consegue fazer. Daí a importância de nos pormos no seu lugar e de não julgarmos ou não compararmos os seus problemas aos nossos, sob o nosso ponto de vista, porque ao fazê-lo simplificamo-los e não os consideramos como os grandes problemas que são para ele.