quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Religião é como a mãe da gente

Religião é como a nossa mãe. Mesmo que não seja bonita, nós achamos que é, nós gostamos dela e não trocamos por nenhuma outra mãe de quem quer que seja.
Podemos não achar nossa mãe mais bonita do que a mãe dos outros, mas certamente achamos melhor para nós. Isso não quer dizer que a mãe dos outros não seja bonita, isso também não quer dizer que o outro não tenha o direito de elogiar a mãe dele.
Bem educados nós falamos bem de nossa mãe, elogiamos nossa mãe, gostamos dela mais do que de qualquer outra mãe, mas respeitamos, elogiamos e admiramos também os outros e as mães deles.
Só os mal educados falam mal da mãe de outro e ridicularizam o outro e a mãe do outro. Pessoas bem educadas arranjam um elogio bonito para mãe do outro.
Religião é como mãe. Se a gente tem uma, a gente não a troca por nenhuma outra. E, se o outro tem uma e gosta dela, a gente aplaude. Pessoas bem educadas sabem conviver com a sua própria mãe e com a mãe dos outros.
Pessoas bem educadas sabem conviver com a sua própria Igreja e com a Igreja dos outros. Só os fanáticos e mal educados gostam de falar mal da igreja do outro e de colocar a sua acima de qualquer outra Igreja. Só os mal educados e mal instruídos na fé não aceitam dialogar nem orar juntas. Só eles são contra o ecumenismo, mas, quem tem mãe sabe a importância de ser filho.
Amemos nossas Igrejas, mas, respeitamos as Igrejas dos outros, se quisermos de fatos ir para o céu.
Religião verdadeiramente vitoriosa, não é a que faz mais adeptos, mas a que sabe fazer mais caridade e respeitar a mãe dos outros.
Pe Zezinho.
(Heerdt, Mauri Luiz e Besen, José Artuino e De Coppi, Paulo “O UNIVERSO RELIGIOSO, Ed Mundo e Missão, 2005, pág 23-24)

NOSSO PAPO:

O autor do texto comunica algumas idéias importantes, destaque-as:
Voce está de acordo com estas idéias? Justifique seu posicionamento.
No sexto parágrafo, o autor escreve: “Eles são contra o ecumenismo!”, o que o autor quis nos dizer?